Prestes a retornar ao saibro carioca do Rio Open, que começa no próximo dia 14, João Fonseca reflete, em papo com a Esquire Brasil, sobre um ano de amadurecimento meteórico no circuito mundial. Agora com mais experiência e domínio sobre a pressão, o jovem talento brasileiro (e embaixador Rolex) se prepara para reencontrar sua torcida.
A relação de excelência se estende também ao torneio: em 2026, celebra-se a 12ª edição consecutiva da parceria de longa data entre a Rolex e o Rio Open, reafirmando o compromisso da marca com o topo do tênis internacional.
Confira como foi o papo com João:
Como seria a sua jornada dos sonhos no Rio Open?
Depois de apenas um ano no circuito, posso dizer que estou muito mais experiente e maduro. Estou achando mais fácil entender como reagir quando a pressão aparece. Aprendi que preciso aceitar essa pressão, tirar vantagem dela e tentar usar a torcida o máximo possível, apenas aproveitando aquele tempo em quadra. É apenas uma vez por ano que consigo jogar este torneio incrível no Brasil, então eu realmente preciso aproveitar as pessoas lá, minha família, meus amigos e todos que me apoiam. Mal posso esperar para voltar a jogar no Rio e, quem sabe, melhorar meu desempenho em relação ao ano passado.
Você pode nos falar sobre o seu primeiro relógio Rolex? Existe alguma história por trás dele?
Eu sempre soube que queria um Rolex Daytona, mas eu realmente não sabia qual modelo escolher. Depois de muita pesquisa e perguntas aos meus amigos que amam relógios, decidi pelo modelo em aço Oystersteel com mostrador branco. É um design muito simples, e eu gosto de manter as coisas simples. Ele sempre será um relógio especial para mim porque foi meu primeiro Rolex e ainda sou apaixonado por ele.